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quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Mesmo sem análise técnica deputado diz que não há risco no Salto do Yucumã

    Não há risco de que o Salto do Yucumã, maior queda d’água longitudinal do mundo, desapareça em função da construção das usinas de Garabi e Panambi, no Rio Uruguai. A afirmação é do deputado federal Jerônimo Goergen (PP-RS), baseado em informações fornecidas pelo secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, em audiência realizada, em Brasília.
Deputado defende a construção de usinas
     O assunto veio a tona na última semana quando Ong’s e lideranças da região demonstraram preocupação com a possibilidade de alteraçõs no Salto, devido a construção de novas usinas. Integrantes da referida ONG afirmam que o Salto já sofreu mudanças com a construção da usina do Foz do Chapecó e estão preocupados com o futuro do Yucumã.
     Para Goergen, a construção das usinas hidrelétrica é uma demanda tanto do Estado quanto do país. Ele aponta a geração de empregos na construção da obra e a agregação de retornos fiscais, além de dar um outro contexto de infraestrutura como um todo para a região. Embora os estudos técnicos ainda não tenham sido iniciados para descartar defnitivamente a possibilidade de desaparecimento do Salto do Yucumã, Goergen afirma que o modelo de Garabi e Panambi leva em consideração a preservação do Salto.
       O Secretário-Executivo do Ministério de Minas e Energia garantiu que após a conclusão dos estudos serão promovidas reuniões com as prefeituras de municípios envolvidos para o esclarecimento de quais serão as áreas inundadas, para que haja indenização e realocação de possíveis moradores atingidos. Na audiência em Brasília, estiveram presentes os prefeitos municipais de Tenente Portela, Clairton Carboni, de Derrubadas, Almir Bagega, de Santo Ângelo, Eduardo Loureiro.

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