O governo do Estado fez uma nova proposta aos servidores da Brigada Militar, substituindo o abono por um reajuste de 23% sobre o vencimento básico da categoria, que vai analisar a oferta.
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| Governo ofereçe ofereçe 25% |
A nova proposta ocorre após a continuidade de protestos no estado, inclusive com o uso de falsos explosivos. Por sua vez, os agentes da Polícia Civil anunciaram uma paralisação, nos dias 28 e 29, contrários à proposta apresentada pelo governo.
As partes se encontraram em clima de cordialidade, e reuniu dirigentes das associações de policiais militares e secretários estaduais que mantiveram o encontro junto ao gabinete do chefe da Casa Civil, Carlos Pestana.
Ao final do encontro, pareciam ter encontrado uma saída para equacionar a promessa de Tarso Genro em alcançar o teto de R$ 3,2 mil para os salários dos brigadianos. O governo propôs reajustes de 23,% para os soldados e de 10,5% para os primeiros tenentes, divididos em duas etapas. O governo também ofereceu a ampliação das promoções para 2,8 mil servidores e não mais 1,2 mil. Os benefícios começariam a ser concedidos ainda em 2011, contemplando 700 servidores por ano até 2014.
Na avaliação do vice-presidente da Associação dos Sargentos Subtenentes e Tenentes da Brigada Militar (ASSTBM), Olivo Moura, a proposta ainda não é a desejada pelos policiais, mas bem melhor que a primeira, quando o governo ofereceu abono de R$ 300,00. A continuação das negociações sobre a matriz salarial da categoria visando o reajuste a ser concedido em março de 2012 é a principal reivindicação dos policiais.


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