A possibilidade de flexibilizar patentes de medicamentos usados para tratar doenças crônicas não transmissíveis, como hipertensão e diabetes foi defendida pela presidenta Dilma Rousseff, ontem. A declaração foi feita em discurso, na abertura da reunião sobre doenças crônicas não transmissíveis da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York.
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| Presidenta fez discurso na abertura da Assembléia Geral da ONU |
Conforme a Presidenta, a defesa pelo acesso a medicamentos e a promoção à prevenção à saúde devem caminhar juntas. Dilma destaca que o Brasil respeita seus compromissos em matéria de propriedade intelectual, mas está convencido de que as flexibilidades previstas em acordos internacionais são indispensáveis para políticas que garantam o direito à saúde
No discurso, a presidenta disse que o Brasil defende o acesso aos medicamentos “como direito humano à saúde e que é fundamental que haja coordenação entre as políticas de saúde e as destinadas a lidar com os determinantes socioeconômicos dessas enfermidades”.


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