Cabos e soldados da Brigada Militar deram um ok nesta quinta-feira (22) a proposta de aumento de 23,5% oferecida pelo Governo do Estado. Outras categorias, porém, rejeitaram a oferta de um percentual menor para as referidas funções.
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| Pestana ecerrou negociações após acordo com Cabos e Soldados |
O presidente da Associação de Sargentos, Subtenentes e Tenentes da Brigada Militar, Aparecido Santellano, comunicou ao governo que a entidade rejeitou a proposta, que era de 18,5% para sargentos e de 10,5% para os primeiros tenentes. As categorias intermediárias receberiam reajustes proporcionais.
Por sua vez, a direção da Associação Beneficente Antonio Mendes Filho (Abamf), que representa os cabos e soldados da Brigada Militar, comunicou na tarde de ontem que aceitou a proposta salarial do governo do Estado. Havia uma resistência da direção da associação que queria proposta igual também para os tenentes, sargentos e subtenentes, porque negociava em conjunto com a associação que representa estas categorias. Entretanto, a maioria das assembleias regionais da Abamf aceitou a proposta do governo.
O secretário da Casa Civil, Carlos Pestana, afirmou que, diante da rejeição, os servidores insatisfeitos da Brigada Militar devem procurar os parlamentares para negociar. O anúncio foi feito após a audiência que durou quase uma hora, Pestana anunciou que as negociações com a Brigada Militar estão encerradas e que o projeto segue hoje para o Legislativo. Também hoje, o Executvio pretende retomar as negociações com a Polícia Civil, para poder dar atenção a demandas de outras categorias.
Pestana comemorou o acordo com soldados e cabos. Segundo ele o govenro reconheçe que os salários dos servidores de segurança são baixos. Porém, segundo ele, jamais um governo ofereceu um percentual tão significativo de uma vez para os servidores gaúchos.
O reajuste sobre o vencimento básico dos soldados e cabos será dividido em duas parcelas. Em outubro deste ano e em abril do ano que vem. Pestana indicou que o governo não tem mais como negociar com a Asstbm. “Não é possível, em 2011, avançar na proposta. Estamos abertos à discussão salarial para os próximos anos”, afirmou.


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