Representantes do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e da Secretaria Estadual de Cooperativismo estiveram em Palmitinho durante esta semana para acompanhar projetos do Crédito Fundiário no município.
Conforme a Coordenadora da Unidade Técnica Estadual do programa, Carmen Silva, a visita faz parte da retomada da análise de propostas que não estão regulares com as normas do programa, em locais onde está havendo abandono ou não pagamento de terras financiadas. - Estavamos com uma equipe reduzida e estamos retomando a análise de propostas, além de iniciarmos o processo de monitoramento das famílias já atendidas e que estão com dificuldade de pagamento, destacou.
Carmen destacou a necessidade de melhores critérios para evitar irregularidades em projetos futuros no município. Conforme ela, muitas terras não tem condições de produzir o suficiente para o pagamento do financiamento e o sustento da família, além da falta de perfil e acompanhamento das famílias atendidas.
- Percebemos que muitas vezes está faltando critérios para a escolha de terras a serem financiadas pelo programa. Para buscar uma saída pretendemos enviar uma normativa para os municípios, pedindo mais atenção por parte dos Conselhos Municipais, Emater e Sindicatos no momento de analisarem as propostas, a fim de evitar dificuldades futuras para as famílias atendidas, destacou.
Carmen citou ainda a falta de informação em relação a obrigatoriedade do pagamento do financiamento. - Tem pessoas que equivocadamente orientam os beneficiários a não fazer o pagamento e isto não é verdadeiro, pois o não pagamento acarretará em penhora da terra e posterior leilão da mesma, destacou.
A coordenadora destacou falou também sobre a paralisação das propostas em Pamitinho. Segundo ela, dos projetos analisados e que ainda não foram atendidos, poucos de inserem nas normas do programa. - Somente 3 ou 4 dos porjetos em andamento tem condições de ir adiante. Trata-se de terras ruins, projetos produtivos que não são bons e pessoas que não tem perfil para o programa, destacou ela.
O Crédito Fundiário já atendeu entre os anos de 2004 e 2011 mais de 77 mil operações no Brasil, no Rio Grande do Sul, são cerca de 15 mil contratos e em Palmitinho o número passa de 100 famílias atendidas. Além de financiar a terra, o programa viabiliza infraestrutura e assistência técnica para produção.
- Percebemos que muitas vezes está faltando critérios para a escolha de terras a serem financiadas pelo programa. Para buscar uma saída pretendemos enviar uma normativa para os municípios, pedindo mais atenção por parte dos Conselhos Municipais, Emater e Sindicatos no momento de analisarem as propostas, a fim de evitar dificuldades futuras para as famílias atendidas, destacou.
Carmen citou ainda a falta de informação em relação a obrigatoriedade do pagamento do financiamento. - Tem pessoas que equivocadamente orientam os beneficiários a não fazer o pagamento e isto não é verdadeiro, pois o não pagamento acarretará em penhora da terra e posterior leilão da mesma, destacou.
A coordenadora destacou falou também sobre a paralisação das propostas em Pamitinho. Segundo ela, dos projetos analisados e que ainda não foram atendidos, poucos de inserem nas normas do programa. - Somente 3 ou 4 dos porjetos em andamento tem condições de ir adiante. Trata-se de terras ruins, projetos produtivos que não são bons e pessoas que não tem perfil para o programa, destacou ela.
O Crédito Fundiário já atendeu entre os anos de 2004 e 2011 mais de 77 mil operações no Brasil, no Rio Grande do Sul, são cerca de 15 mil contratos e em Palmitinho o número passa de 100 famílias atendidas. Além de financiar a terra, o programa viabiliza infraestrutura e assistência técnica para produção.

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