Saúde e educação devem ser as primeiras áreas beneficiadas pela integração com o Plano Nacional de Banda Larga - PNLB.
A afirmação é do Ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, que anunciou para setembro os primeiros pacotes do plano de banda larga. Os pacotes serão comercializados pelas operadores responsáveis pelo plano.
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| PNBL começa a ser implantado no estado até o final do ano |
Apesar das críticas quanto ao limite para download de dados, que é de 300 megabytes, governo e especialistas dizem que pacote básico é suficiente para promover a massificação do serviço, hoje disponível em apenas 27% dos domicílios brasileiros.
Para o ministro das Comunicações, empresas não admitem, “mas vão ganhar muito dinheiro” com o PNBL, que prevê atender 20 milhões de residências. O ministro vai pedir à Presidência da República a liberação de mais R$ 250 milhões para a Telebrás. A verba prevista para a estatal atualmente é de R$ 350 milhões.
O projeto prevê atender grande parte dos lares brasileiros que não possuem acesso a internet, por uma taxa mensal de 35 reais. O Rio Grande do Sul está incluso no projeto e deve atender os primeiros pedidos até o final deste ano.


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